O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) e governador em exercício, desembargador Ricardo Couto de Castro, deu boas-vindas durante a posse, nesta segunda-feira (27), de 270 servidoras e servidores que foram nomeados após serem aprovados no último concurso público para os cargos de técnico de atividade judiciária sem especialidade, analista judiciário sem especialidade e analista judiciário especialidade execução de mandados. Eles aguardavam a convocação, que foi dividida em quatro etapas até outubro deste ano, para atuar no Poder Judiciário do Estado.
O primeiro colocado do concurso, João Victor Kornalewski Carvalho, de 28 anos, é formado em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e conquistou uma vaga para analista judiciário. Ele estava ansioso para ser empossado e pretende seguir a carreira da magistratura. “Estou muito feliz com essa conquista e sempre pensei em me tornar servidor público em função da estabilidade profissional. A disciplina de estudos me ajudou em vários aspectos e estou cogitando seguir a carreira para a magistratura futuramente. Aprendi que, por meio do estudo, é possível chegar longe. O fato de a minha mãe ser servidora do Tribunal há 32 anos me incentivou a seguir esse caminho”, disse.

Gabriella Cantanhede Wuillaume, de 28 anos, já atuava há três anos no Tribunal em cargo comissionado e comemorou a conquista de se tornar servidora efetiva. “Esse é um grande sonho realizado. Já trabalho no Tribunal há três anos e, agora, poder ingressar como servidora efetiva é motivo de muita felicidade. Estudei muito para essa prova e essa conquista representa o reconhecimento de todo esse esforço”, afirmou.
Para Luiz Augusto Monteiro, de 41 anos, o desafio foi ainda maior.
Depois de atuar por quase três anos como escrevente técnico judiciário no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Enison Montezuma de Souza, de 30 anos, tomou posse no cargo de analista judiciário – especialidade execução de mandados e realizou o sonho de retornar ao seu estado de origem para dar continuidade à carreira no Judiciário fluminense. “Esse sempre foi o meu sonho. O Rio de Janeiro é a minha cidade, o meu estado, e o Tribunal de Justiça daqui sempre valorizou muito os servidores. Quando surgiu essa oportunidade, não tive dúvidas de que queria voltar para casa e construir minha carreira aqui”, afirmou.






