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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Com a BR-495 fechada, veja as opções de caminhos para chegar a Petrópolis

São quatro rotas possíveis, dois com pedágio e dois onde condições das estradas são o problema

Marcello Medeiros

São pouco mais de 30 quilômetros, conectando ‘apenas’ dois municípios. Porém, toda vez que ocorre a interdição da rodovia Teresópolis x Itaipava, a BR-495, quem necessita transitar entre as terras de Teresa e Pedro precisa dar uma volta enorme para cumprir seus compromissos. Com o afundamento de parte da pista nas proximidades do quilômetro 22, e interdição total da passagem pelo DNIT, os motoristas têm quatro opções de caminhos – todos mais longos e situações que não ocorriam na pequena estrada: pedágios ou condições ruins de trafegabilidade. Veja as possibilidades para não perdeu seu compromisso até que a estrada federal seja liberada.

Rota seguindo pela BR-116 e depois entrando em Piabetá, de onde se sobe para Petrópolis via Serra Velha. Foto: Reprodução Google


A rota mais procurada é que segue em direção ao Rio de Janeiro, via BR-116, pegando a BR-040 na altura de Duque de Caxias, subindo a serra de Petrópolis. Nesse caso, são dois pedágios e aproximadamente 100 quilômetros de distância. Há praças de cobrança na Rio-Teresópolis, onde o pedágio custa R$ 18,60, e na Rio-Petrópolis, ao custo de R$ 21.
Ainda seguindo sentido Rio de Janeiro, outra dica é entrar ao lado do viaduto de Piabetá, em Magé, e pegar a chamada ‘Serra Velha’, que liga o distrito mageense a Petrópolis, saindo nas proximidades da Rua Teresa. Nessa situação, ainda é preciso pagar um pedágio, na BR-116. Importante frisar que a chamada ‘Serra Velha da Estrela’ tem calçamento em paralelepípedos e muitas curvas bastante fechadas, um desafio para os motoristas menos experientes.

Caminho com estrada melhor, seguindo pela BR-116 até Caxias e pegando a BR-040. Porém, são R$ 39,60 em pedágios. Foto: Reprodução Google


Saindo de Teresópolis, outro caminho é através do município de São José do Vale do Rio Preto, que faz limite com Petrópolis através do bairro da Posse. Nesse caso, trata-se de uma estrada mais estreita, a BR-492, e, geralmente, com muitos buracos e quebra-molas. São 100 quilômetros de distância, sem cobrança de pedágio. Nesse caso, a viagem acaba ficando mais demorada porque é preciso seguir pela BR-116 até a entrada de São José, cruzar todo o município vizinho e depois pegar a estrada que conduzirá o motorista até a Posse, onde poderá seguir via Pedro do Rio ou pegar em direção a Areal e subir pela BR-040.
Para os mais ‘aventureiros’, existe ainda uma estrada de terra batida que conecta a localidade de Santa Rita, em Teresópolis, ao Vale do Cuiabá, em Petrópolis. Nesse período chuvoso, porém, alguns trechos podem estar escorregadios e bastante arriscados, sendo recomendado apenas para quem possui veículos tracionados e tenha conhecimento das estradas da região, visto que não há sinalização indicando o caminho e o sinal de telefonia celular é precário.

Estrada que conecta Rio de Janeiro a Petrópolis é bonita e duplicada, mas é preciso pagar dois pedágios por essa rota. Foto: EloVias

DNIT não se pronuncia
Até o fechamento desta edição, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes não havia atualizado ao Diário a informação sobre a situação da estrada Philúvio Cerqueira Rodrigues, que, diante do grande afundamento de uma das pistas e necessidade de construção de um muro de contenção, pode vir a ficar um longo período fechada.

BR-492, que liga São José do Vale do Rio Preto a Petrópolis. Não tem pedágio, mas muitos buracos e quebra-molas. Foto: Reprodução

Diário Multimídia – Não é autorizada a reprodução de textos e fotos do site www.netdiario.com.br (mesmo com créditos).

Início da ‘Serra Velha da Estrela’, em Raiz da Serra, Magé. A estrada tem calçamento em paralelos e muitas curvas fechadas. Foto: Reprodução


Teresópolis 13/06/2026
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