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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Candidato do Novo visitou O DIÁRIO

Ganime diz que o Rio de Janeiro precisa de uma política diferente

Ganime diz que o Rio de Janeiro precisa de uma política diferente

Wanderley Peres

Considerado o melhor deputado do Rio de Janeiro e o terceiro melhor no país, no Ranking que avalia a atuação dos políticos no Congresso Nacional, Paulo Ganime foi escolhido pelo Novo como pré-candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro, superando a outra opção do partido, Juliana Benício. Eleito a primeira vez em 2018, com 52.983 votos, 334 deles no município de Teresópolis, que conhece bem, o engenheiro de 38 anos deverá ser confirmado para concorrer como candidato a governador do Rio de Janeiro em convenção do Novo, determinadas pelo TSE para ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto.

Na incursão a Teresópolis, cheia de encontros políticos onde busca ser mais conhecido das pessoas, fazendo serem conhecidas também as propostas do seu partido, o deputado Paulo Ganime agendou visita ao jornal O DIÁRIO, conhecendo a redação e o pessoal, sendo entrevistado pelo repórter Luiz Bandeira. Confirmou sua animação pela disputa eleitoral que se inicia em breve e destacou as preocupações que tem, apontando soluções e demonstrando bom conhecimento do interior do estado, tão carente das ações dos seus representantes.

A CANDIDATURA

“Estou animado com o desafio, e vamos buscar o resultado que é possível porque a população está esgotada com as decepções da política estadual, onde tivemos os últimos 6 governadores sem concluir o mandato, 5 deles chegando a ser presos pelos erros cometidos no governo. Um erro ou dois podem ser atribuídos ao azar, mais de três já é algo sistêmico e não dá para aceitar mais isso como normal, realidade que só se muda com bons projetos, com pessoas diferentes, e dispostas a fazer diferente de como vem sendo feito.

EMPREGOS

“O desenvolvimento de um estado se faz pelas regiões. E as regiões precisam ter a atenção do estado para dar segurança e estrutura. Já percorri 85 municípios do Rio de Janeiro e tenho percebido as carências de estradas e infra-estrutura por onde passei. O governo precisa ter um olhar diferenciado para o interior, mas antes precisa conhecê-lo, precisa entender as realidades dos municípios e das regiões. A região Serrana, por exemplo, tem características próprias que precisam de atenções específicas e o mesmo ocorre em outros lugares. Além disso, no geral, precisamos de uma reforma tributária, com mudança do IPVA e do ICMS… Precisamos melhorar a educação básica. Mas não podemos deixar de pensar na educação profissionalizante, que é de curta formação e pode inserir as pessoas no mercado de trabalho muito rapidamente. Não é só pensar no ensino superior. As pessoas que colocam a mão na massa precisam estar qualificadas e isso se faz com a educação”.

TRAGÉDIAS

“Não podemos aceitar como natural o que é recorrente, que é cíclico, como essas catástrofes como ocorreu recentemente em Petrópolis. Essas tragédias regulares com prejuízos generalizados e perdas de vidas são sinal de que o básico não está sendo feito. Canalização, controle do lixo, cuidado com as encostas e preocupação com as moradias das famílias que não podem viver eternamente em locais inseguros. Tem muito a ser feito e precisa ser providenciado. A sirene, por exemplo, é um paliativo. Funciona e reduz o potencial da tragédia, mas não a evita e não pode ser vista como solução. É preciso que os serviços essenciais sejam prestados, que programas habitacionais eficientes sejam pensados e que a fiscalização contenha as ocupações irregulares”.

POLÍTICA

“A política é importantíssima para a vida das pessoas. A população precisa decidir o que quer para o estado do Rio de Janeiro e a boa escolha se faz somente com a ocupação da política, por isso me coloquei a disposição do partido para a disputa ao governo do Estado. Políticos sendo presos a toda hora, deputados tomando posse do mandato na prisão, escândalos e corrupção generalizada… Precisamos mudar esse quadro, triste realidade que admitimos ao nos afastarmos das decisões da política. É preciso acabar com os esquemas de corrupção, que fazem prosperar as milícias e o tráfico, e fomentam a política do mal. É preciso mudar e essa transformação passa pela escolha de pessoas que se propõem a fazer de forma diferente, por isso as pautas do Partido Novo são pela melhoria da economia, da geração de empregos e aumento da oferta de trabalho, da segurança pública e da educação e, essencialmente, o combate a corrupção, esse grande problema do nosso estado”.

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Edição 03/04/2025
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