O Jornal Nacional resumiu bem nesta semana, ao abrir uma reportagem sobre a preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo na Granja Comary: “No princípio, era Teresópolis.”
A frase fala sobre futebol, mas poderia falar também sobre história, identidade e futuro. Porque existem lugares que apenas recebem acontecimentos. E existem lugares onde tudo começa.
É aqui, entre as montanhas, que nasce a preparação, a concentração, o trabalho silencioso antes dos grandes resultados. Antes dos estádios lotados, dos gols e das comemorações, existe treino. Existe planejamento. Existe construção. E, mais uma vez, esse princípio passa por Teresópolis.
De certa forma, é emocionante pensar que o Gênesis do sonho do hexa também acontece aqui.
A presença da Seleção movimenta a cidade, fortalece o comércio, aquece o turismo e coloca Teresópolis novamente na vitrine do país. Mas existe algo ainda maior nisso tudo: o orgulho coletivo de ver nossa cidade associada a algo que inspira milhões de brasileiros.
Durante esses dias, Teresópolis volta a ocupar um espaço simbólico importante no imaginário nacional. As imagens da Granja Comary circulam pelo Brasil inteiro mostrando muito mais do que um centro de treinamento. Mostram uma cidade acolhedora, bonita, preparada e cheia de identidade.
E talvez exista uma lição importante nisso tudo.
Grandes conquistas nunca começam no momento da celebração. Elas começam antes, na preparação, na visão, na coragem de acreditar em algo maior. No futebol, nas empresas, nas cidades e na vida, os resultados são construídos muito antes de aparecerem para o mundo.
Por isso, quando Teresópolis é mais uma vez o ponto de partida da Seleção, existe também um reconhecimento silencioso daquilo que a cidade representa: equilíbrio, estrutura, tradição e inspiração.
O hexa ainda é um sonho. Mas toda grande conquista precisa de um começo.
E, mais uma vez, o Gênesis é aqui.
Rogério Branco é CEO da Gênesis Empreendimentos


