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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Nascer do Sol na Pedra da Tartaruga, um espetáculo teresopolitano

Caminhada curta garante imagens inesquecíveis de um dos locais mais bonitos do município

Para os mais atentos, o raiar de um novo dia tem um simbolismo enorme. Significa esperança, recomeço, possibilidades diversas de reconstrução…. Pessoal, profissional ou amorosa. Ou todas simultaneamente. E se esse nascer do Sol puder ser contemplado além do despertar, pode ser ainda mais marcante. Em Teresópolis, um dos locais mais bonitos, senão o mais espetacular para contemplar esse momento diário – e ainda assim único – é a Pedra da Tartaruga. A trilha curta até o ‘casco’ do quelônio rochoso, símbolo do Parque Natural Municipal Montanhas de Teresópolis, permite uma impactante vista em direção a outra unidade de conservação, o Parque Estadual dos Três Picos, visual que em boa do ano é ainda mais bonito por conta do serpentear de nuvens no gigante vale formado por montanhas e estradas da região.

O raiar de um novo dia tem um simbolismo enorme… e se puder ser visto além do necessário despertar, fica ainda mais especial. Foto: Acervo Mochileiro

São apenas 20 minutos de caminhada da portaria do PNMMT até o cume da montanha, que se eleva a aproximadamente 1.180 metros de altitude. A dica é chegar pelo menos uma hora antes do previsto para o nascer do Sol: dessa forma, você pode contemplar ainda as estrelas e silhuetas das montanhas, acompanhando em seguida a pintura realizada pelas primeiras cores quentes antes da chegada do astro-rei.

Outra dica é pegar a trilha que leva até a ‘fuça’ do Camelo, que permite ver a Tartaruga e todo esse núcleo de cima. Nesse caminho, é preciso subir um tantinho a mais. Foto: Acervo Mochileiro

Importante lembrar que nem sempre aquela imagem maravilhosa que você viu nas redes sociais pode ocorrer. Cada dia é um dia. O mar de nuvens, por exemplo, geralmente só está presente nos dias mais frios. Olhando para cima, se houver nuvens no céu pode representar uma verdadeira pintura antes do raiar. Já em relação ao Sol, a posição onde ele irá surgir no horizonte varia de acordo com a época do ano – mudando tudo no cenário.

A ‘pintura’ realizada pelas primeiras cores quentes antes da chegada do astro-rei é inesquecível. Foto: Acervo Mochileiro

Os caminhos do PNMMT
A trilha que leva até o cume, ou o ‘casco’ da Tartaruga é mais fácil de todos, com pouco mais de um quilômetro de extensão. O caminho é bem batido e sinalizado, permitindo ao seu final admirar a imponência de outras formações rochosas da região, na Serra dos Órgãos e Três Picos. E essa trilha, mesmo tão curtinha, pode inspirar a continuar caminhando pelo mesmo parque. Um pouco mais longa e com mais desnível, a Vidocq Casas leva até o mirante onde se a vista a montanha que dá nome ao parque de maneira única. Nesse caso, no nascer do Sol você pode ficar bem do meio do quase comum mar de nuvens… Outra dica é pegar a trilha que leva até a ‘fuça’ do Camelo, que permite ver a Tartaruga e todo esse núcleo de cima. Nesse caminho, é preciso subir um tantinho a mais.

A dica é chegar pelo menos uma hora antes do previsto para o nascer do Sol: dessa forma, você pode contemplar ainda as estrelas e silhuetas das montanhas. Foto: Acervo Mochileiro

Mais sobre o parque
Com diversos atrativos, como caminhada, escalada, camping e rapel, o PNMMT tem 4.397 hectares, fazendo limite com o Serra dos Órgãos no bairro do Caleme e se estendendo até a localidade de Ponte Nova, no Segundo Distrito. Para chegar ao núcleo Pedra da Tartaruga, a referência é o bairro do Salaco, havendo placas indicando o caminho a partir da Estrada José Gomes da Costa Júnior, mais conhecida como Estrada da Posse. A unidade de conservação tem ainda uma sede em Santa Rita, no Segundo Distrito de Teresópolis. Saiba mais sobre esses e outros atrativos no Instagram @mochileiro_marcello e no site www.netdiario.com.br

As primeiras luzes do dia iluminando a Pedra da Tartaruga, vista da Trilha Vidocq Casas. Foto: Acervo Mochileiro
Serra dos Órgãos vista a partir do ‘casco’ do nosso quelônio de pedra, iluminada pelas primeiras luzes do dia. Foto: Acervo Mochileiro
Teresópolis 28/08/2026
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