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Projeto de Lei encaminhado pelo prefeito à Câmara para votação reajusta em 4,62% o salário da Educação

SEPE pede 6,97% ao governo, mas não é recebido pelo prefeito Vinícius e nem a secretária Satiele

Ficou para “depois do carnaval” a reunião dos representantes dos servidores da Educação com o governo municipal, quando seriam debatidos, com o prefeito Vinicius, a Reestruturação e unificação do PCCR; 1/3 de planejamento; Reposição Salarial 2024 e flexibilização dos 3 dias para PI; e com a secretária de Educação Satiele, as demandas pedagógicas, como escolas fechadas, carência de professores, entre outras. Os encontros foram pedidos ao chefe de Governo, Vinícius Orbeg, no dia 6 da semana passada, pelo coordenador geral do SEPE, Flavio Lopes e a representante docente Maria Gabriela, pretendendo o Sindicato dos Profissionais de Educação que a reunião ocorresse antes do envio do Projeto de Lei com o reajuste para votação na Câmara, que acabou apresentado, com o índice de apenas 4,62%. Além de não conseguir os 6.97% pretendido, o SEPE não conseguiu nem mesmo a reunião com Vinícius Claussem e Satiele Santos, daí a manifestação marcada para a tarde desta quinta-feira, em frente à Câmara e a Prefeitura. “O prefeito quer dar um reajuste de 4,62% e nós pedimos um reajuste 6,97%, pois corresponde as perdas da inflação acumulada. Sabemos que o prefeito tem recursos para isso. E nesta quinta-feira, 15, vamos ocupar a Prefeitura e a Câmara para cobrar do prefeito e dos vereadores um reajuste mais digno para os servidores”, anunciou o SEPE.

Desanimando os interlocutores do SEPE, o Vinícius secretário alegou falta de orçamento, por isso a intenção era apresentar o Projeto de Lei com apenas 4,62% retroativo a 01/01/2024, que seria pago no dia 05/03, como foi feito, estando viabilizada a votação do reajuste na sessão desta quinta-feira, 15, quando poderá ser marcada sessão extraordinária, para o mesmo dia, aprovando os vereadores a pretensão do prefeito. Pode ser, no entanto, que a Câmara não aprove o Projeto de Lei com o aumento dado por Vinícius nesta quinta-feira, afinal o reajuste não agrada os profissionais da Educação, no índice apresentado, e se houver barulho e descontentamentos da classe dos professores, por ser uma casa política, o PL pode ter a votação adiada para a apresentação de novo índice que contemple os servidores, que reclamam ainda o valor adicional do vale alimentação repensado para 128,00, entre outras demandas já anunciadas ao governo, todas sem solução.

Teresópolis 02/04/2026
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