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Bombeiros ganham 20 certificações nacionais em provas que avaliam cães de busca e resgate

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) sediou a etapa Sudeste da Certificação Nacional de Cães de Busca e Resgate da Ligabom (Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil). Delegações de Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal participaram das provas, que avaliaram agilidade, obediência, destreza, independência, objetividade, resistência e faro dos animais. O CBMERJ participou das provas com 12 animais e conquistou 20 certificações básicas e avançadas nas áreas de busca e resgate urbano e rural, adestramento e busca por odor específico. 

– O resultado obtido mostra que estamos no caminho certo. Os bombeiros condutores e os cães do canil do CBMERJ estão entre os mais capacitados do país. Estamos prontos para atender a população fluminense com excelência e também auxiliar em ocorrências de grande vulto em outros estados e países, caso sejamos solicitados – afirmou o tenente-coronel Douglas Henault, comandante do 2º GSFMA.

Os exames aconteceram no 2° Grupamento de Socorro Florestal e Meio Ambiente (2° GSFMA), em Magé, na Baixada Fluminense, entre os dias 21 e 25 deste mês. Os binômios (duplas formadas pelo cachorro e condutor) foram testados em ambientes rurais e urbanos. Áreas verdes, com vegetação fechada, escombros e estruturas colapsadas foram os cenários usados para simular operações de socorro a vítimas.

– O certificado atesta que o animal tem as qualidades necessárias para atuar em ocorrências envolvendo pessoas perdidas em matas e florestas, bem como soterradas após desabamentos ou deslizamentos de terra oriundos de desastres naturais ou antrópicos, provocados pelo homem – explicou o tenente Pellerano, chefe operacional do canil do CBMERJ.

Cães certificados

Atualmente, os cães da corporação têm 25 certificações nacionais e internacionais. O canil conta com 15 animais, sendo 13 aptos ao serviço e dois em treinamento. Ainda filhotes, os animais iniciam uma série de exercícios, com estímulos motores e sensoriais, a fim de despertar aptidões necessárias para atuação no socorro. 

– Em campo, eles põem em prática as habilidades adquiridas e sinalizam as vítimas para que o socorro seja realizado sempre no menor tempo possível – disse tenente Fabiana Christina, veterinária do CBMERJ.

 

 

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Teresópolis 10/03/2026
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